Gustavo Guida Reis

Empreendedor, investidor e consultor.

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Archive for the 'Gadgets' Category

TV tela plana: Cálculo da distância ideal

Posted by Gustavo Guida Reis on 26th December 2008

Abaixo uma tabela que encontrei sobre a distância ideal para TV de acordo com a resolução. Atentem para o que assistem com mais frequência. Se for TV a cabo, normalmente a resolução é tosca, pior que 720. Nesse caso, se estiverem muito perto, poderão observar os defeitos da imagem.

Distância ideal entre sua TV e sua cabeça (em metros)

Fonte: HD Guru (adaptado e convertido por Gustavo Guida Reis)
Fonte: HD Guru (adaptado e convertido por Gustavo Guida Reis)

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O Primeiro Android do Google

Posted by Gustavo Guida Reis on 23rd September 2008

A briga vai esquentar! A Apple não vai ficar sozinha com seu marketplace de música e aplicativos. A HTC lança em outubro o G1, primeiro celular com o sistema operacional Android, do Google, que contará com um estupendo mercado para se baixar/ comprar mp3 e software.

A grande sacada do Google foi perceber que os consumidores querem facilidade para instalar seus aplicativos, coisa que têm há décadas no PC. Foi algo que turbinou o iPod e o iPhone, algo que a Apple já pescou faz tempo mas que a Nokia teima em não implementar. O marketplace para o Android se chamará Android Market e terá uma grande vantagem em relação ao iTunes da Apple: seguirá o conceito de web 2.0. Em vez de aprovar cada aplicativo desenvolvido, o Google deixará que os consumidores dêem notas e tags para tudo. Bem diferente da ditadura da Apple, que volta e meia bane aplicativos do iTunes, o Google lavará as mãos e colocará o poder com os usuários. Em relação às músicas, a Amazon será parceira, colocando seu sistema de download de mp3 (sem DRM) pré-instalado nos celulares com Android.

A linha da Apple é baseada no controle ferrenho sobre seu eco-sistema. O Mac e o iPhone são produzidos somente por ela. Para se desenvolver aplicativos para o iPhone é preciso seguir um código de conduta bastante restrito: não pode haver nenhum aplicativo que compita com o iTunes (para se comprar/ baixar músicas, vídeos e aplicativos); nenhum sofware pode rodar em background; não se pode usar o GPS para navegação em tempo real. Enquanto a primeira restrição é claramente de ordem econômica, para proteger o mercado da Apple, a segunda tem a uma explicação mais interessante: deixar o sistema operacional com memória livre suficiente para rodar os aplicativos bem – algo que notoriamente a Microsoft ignorou no seu Windows Mobile e que é queixa constante de seus usuários. A razão para o GPS nao poder ser usado em todo seu potencial ainda é um mistério, sobretudo agora que o novo Google Maps já o faz.

O controle da Apple se insere num contexto maior de evangilização da marca. Fazem décadas que a marca é associada a algo cool. Recentemente com o iPod, essa onda veio com força total e como resultado, mais e mais pessoas aderem ao Apple (basta olhar ao redor e ver a quantidade de conhecidos que adquiriram um Mac nos últimos tempos). Cada consumidor Apple (uns mais e outros menos) acaba se tornando um fã da marca. Não sei porque, mas todos tentam convercer os demais que o Mac é ótimo, muito melhor que o PC, etc. Como bem definiu o Blog de Guerrilha, cada vez que os Fanboys da Apple se auto-intitulam cools, mais eles ficam antipáticos para a grande maioria. Por isso o mote da campanha da Microsoft: I’m a PC. É para mostrar que o PC é para gente normal e o Mac para gente esnobe.

O Google não quer controlar nada, quer ganhar na massa. Quer usar a massa a seu favor e criar uma base de usuários que consome produtos Google por necessidade e não por fanatismo ou ideologia. O Android será mais uma frente da batalha, na qual o Google tende a mexer num mercado que acabou de ser sacudido pela Apple. Com milhares de aplicativos a serem desenvolvidos, sem censura alguma, e instaláveis com facilidade, o Google aposta que tomará mercado dos concorrentes.

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iPhone 3G no Brasil

Posted by Gustavo Guida Reis on 18th September 2008

Image representing iPhone 3G as depicted in CrunchBase

Image via CrunchBase

Enquanto observamos a Apple vendendo iPhone que nem pão quente nos EUA, aguardamos ansiosamente pela sua chegada oficial aqui no Brasil. Tudo bem que, como eu, várias pessoas já compraram seu 2G faz tempo. Alguns compraram o 3G e estão esperando o unlock via software.

Qual a razão para o sucesso do iPhone 3G? Bom, primeiro é importante definir outra vez o que é o iPhone: um Mac de bolso que além de tudo faz ligações, tem GPS e tira fotos (isso não muito bem, diga-se de passagem). Sendo um computador de bolso, tem a vantagem da liberdade de se instalar programas para as mais diversas funções. Então, o iPhone vende muito porque é um bom aparelho? Só por isso? Não! Ele vende muito porque é isso tudo e porque é barato! Não podemos desprezar a oferta e demanda (sim, sou economista). De nada adiantaria ser bom se fosse caro. Essa conclusão a Apple também chegou, já que baixou para míseros 199 dólares a versão de 8Gb.

Aqui no Brasil, país pobre, terceiro mundo, subdesenvolvido, em desenvolvimento, os gênios da Claro, Vivo e companhia vão colocar o aparelho no mercado por R$1.500! Deve ter algum Nobel de economia assessorando eles. Não é possível que esse preço astronômico maximize o lucro das operadoras e da Apple.

Parece que não há competição de fato entre as operadoras de celular aqui no Brasil. Talvez precisemos esperar a portabilidade dos números entrar de fato no mercado para começar um rouba-rouba de clientes. Aí sim teríamos promoções e subsídios agressivos.

Nos EUA e na Alemanha, só para citar dois exemplos, as operadoras subsidiam os aparelhos, amarrando os clientes em contratos de dois anos. Durante esses dois elas recuperam o subsídio e lucram. É bom para o cliente que adquire um iPhone barato e é bom para a operadora que prende um cliente e lucra com isso nas tarfifas mensais. Na Alemanha tem iPhone por 1 euro!

Se o aparelho a ser vendido aqui for desbloqueado “de fábrica”, isto é, possa ser usado em qualquer operadora, significaria que as operadoras estariam fazendo a maior burrice de não prender os usuários com um belo subsídio. A menos que esse preço de R$1500 já seja subsidiado… Aí é muita ganâcia mesmo porque muita gente vai continuar comprando o aparelho dos EUA, já livre do subsídio, pelo mesmo preço, sem ter que ficar preso a nenhuma operadora.

Vamos aguardar para saber qual será o preço final. Espero que as operadoras e que a Apple não desperdice a oportunidade de lucrar milhões.

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A guerra dos Smartphones

Posted by Gustavo Guida Reis on 15th September 2008

Escrevi outro artigo falando das minhas previsões sobre o mercado de celulares. O artigo foi escrito em 26/06/2008 e de lá para cá, algumas coisas mudaram, segundo relatório do Gartner Group de 8/9 (abaixo uma tabela resumo).

Company

2Q08

Sales

2Q08 Market Share (%)

2Q07

Sales

2Q07 Market Share (%)

2Q08- 2Q07 Growth (%)

Symbian

18,405,057

57.1

18,273,255

65.6

0.7

Research In Motion

5,594,159

17.4

2,471,200

8.9

126.4

Microsoft Windows Mobile

3,873,622

12.0

3,212,222

11.5

20.6

Linux

2,359,245

7.3

2,816,490

10.1

-16.2

Mac OS X

892,503

2.8

270,000

1.0

230.6

Palm OS

743,910

2.3

461,918

1.7

61.0

Others

352,679

1.1

349,501

1.3

0.9

Total

32,221,175

100.0

27,854,586

100.0

15.7

O que podemos observar:

  • O mercado de Smartphones (SP) cresceu mais de 16% esse ano.
  • Os SP com Symbian ainda dominam o mercado, mas praticamente não cresceu esse ano.
  • Enorme ascenção da RIM, com seu Blackberry.
  • Microsoft passou para terceiro lugar, atrásda RIM
  • Apple cresceu 230% se comparado com o mesmo período do ano passado.

O que podemos concluir disso tudo:

  • A Nokia tem que se mexer, pois se permanecer estagnada, pode perder sua hegemonia.
  • A RIM foi inteligente e percebeu que é preciso colocar “firulas” em seus aparelhos, a fim de ganhar mercado da Nokia e segurar a Apple. Só com aplicativos e funcionalidades para o lazer é que ela pode fazer isso.
  • A MS está demorando para lançar o Windows Mobile 7 (essa conclusão foi feita pelo pessoal da Engadget). Sem upgrades vai perder mais mercado ainda.
  • Apple cresce bastante mas ainda é insignificante no mercado. Com a cotabilização das vendas do iPhone 3G vai ganhar bastante mercado, mas ainda demorará para figurar entre os líderes de fato.
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Leitores Digitais (e-Readers)

Posted by Gustavo Guida Reis on 12th September 2008

Há no mercado dois principais leitores digitais (e-Reader). O Kindle da Amazon e o Reader Digital Book da Sony. A partir de 2009, chegará um concorrente de peso (pouco peso, na verdade, gramas apenas). Trata-se do leitor da Plastic Logic (ainda sem nome comercial). Vou comparar os três aparelhos e depois, como de hábito, fazer mais uma previsão de qual deles tem mais chances de sucesso comercial.

Antes, só uma observação importante: os três usam uma tecnologia chamada de e-Ink, na qual cada página vista é “impressa” na tela, ou seja, se a bateria acaba, o conteúdo permanece visível. Só há consumo de energia quando se troca de página. Saiba mais sobre e-ink aqui (Wikipedia e no site do dono da tecnologia).

Agora vamos à comparação.

Kindle:
Prós:

  • Marketplace: mais de 170 mil títulos. Sistema de compras fácil (aqui do Brasil ainda não dá!).
  • Conexão wireless 3G: É possível comprar (e baixar) livros sem usar o computador (só nos EUA).

Contras:

  • Layout do tempo das cavernas.
  • Tela pequena.
  • Preço (360 dólares nos EUA).
  • Sem wi-fi nem Bluetooth.
  • Não lê outros tipos de arquivos, só livros.
  • Teclado em vez de touchscreen.

Reader Digital Book:
Prós:

  • Preço: 300 dólares com 100 downloads de títulos de graça (que diz a Sony valerem 199 dólares).
  • Suporta diversos tipos de arquivos além de e-Books. Texto (PDF, RTF e TXT); imagem (JPG, GIF, BMP e PNG); som (MP3 e AAC).
  • Aceita cartões de memória (Memory Stick e SD).

Contras:

  • Somente 20 mil títulos.
  • Sem conexão sem fio. Nada de wi-fi nem 3G. Para transferir os arquivos é preciso usar um cartão de memória ou o cabo USB.
  • Sem teclado nem tela touchscreen.

Plastic Logic:
Prós:

  • Dimensões: muito fino e leve, só 7mm de espessura.
  • Tela touchscreen: é possível anotar em cima do texto lido.
  • Conexões sem fio: wi-fi e bluetooth. Pode se conectar inclusive com outro Plastic Logic para trocar informações.
  • Lê vários tipos de arquivos além de e-Books: DOC, XLS, PPT, TXT,PDF

Contras:

  • Vem de uma empresa sem histórico de produtos de consumo.
  • Não apresentou nenhum marketplace para se comprar livros.
  • Ainda não está no mercado, logo, ainda é uma promessa.

O futuro dos e-Readers é mais do que quem tem o melhor hardware. Quando se analisa esse mercado, o racional passa pelo ecosistema todo. Não adianta ter um super hardware se não há distribuição de conteúdo. O sucesso da Apple atual não vem do iPod e sim do iTunes. É o marketplace de música que deu a tração aos players. A Apple ganha dinheiro mesmo vendendo o conteúdo e não com o iPod. Já espetou mais tipos de arquivos no iTunes com sucesso (venda e aluguel de vídeos, aplicativos).

A Amazon, portanto, tem uma vantagem enorme em já possuir os contratos com as editoras e apenas portar seus livros para o Kindle. A Sony está correndo atrás, mas jamais terá a força da Amazon junto ao mercado editorial. E o Plastic Logic? Será comprado por algum player que usará seu hardware para distribuir conteúdo de seu marketplace. Os candidatos à compradores: a própria Amazon que poderia abandonar o feioso Kindle; a Apple que poderia entrar no e-Book com um aparelho bacana; o Google, para ter um hardware de ponta, para distribuir o conteúdo do Google Books; ou algum fabricante de peso (i.e. Philips) apenas para cortar custo de P&D.

Leia as repercussões sobre o Plastic Logic: Meio Bit; Engadget (com video da Demo do produto); TG Daily (com video exclusivo).

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Arquivos na Rede – Guia Rápido

Posted by Gustavo Guida Reis on 9th July 2008

Uma das formas mais inteligentes de se armazenar arquivos é colocá-los da Rede, de modo a que sejam acessíveis por qualquer máquina. Para isso, utiliza-se um NAS (Network Attached Storage): sistema de armazenamento desenvolvido especialmente para lidar com arquivos e acessível via LAN através do protocolo TCP-IP. Na prática, um NAS é um aparelho que contém um ou mais discos rígidos (HDs) e que é ligado no seu roteador (com ou sem fio).

Há outras formas de armazenamento externo, como HDs que se conectam a PCs via USB ou Firewire – DAS (Direct Attached Storage). Mas, essas formas só permitem que se conecte a um PC de cada vez, o que não as tornam soluções práticas e escaláveis, independe da quantidade de equipamentos que sua rede contenha.

De forma resumida, as vantagens de se acrescentar um NAS na rede são:

  1. Acesso liberado para qualquer máquina na rede
  2. Backup simplificado e com custo baixo
  3. Fim da duplicidade de arquivos entre máquinas
  4. Escalabilidade da capacidade de armazenamento
  5. Baixo consumo energético se comparado a manter um PC ligado para servir arquivos

Ao se programar rotinas de backup, os arquivos de n máquinas podem ser copiados para o NAS. Há vários programas especializados para isso e dependendo do NAS comprado, este já traz uma solução de backup incorporada. Via de regra, o backup em mídia magnética (HDs) é mais caro que em mídia ótica (CDs, DVDs e Blu-ray Discs), mas não há a chatice de manejar vários discos, e guardá-los em caixas, prateleiras e depois ter que achar os arquivos neles quando se precisa!

Uma casa com dois computadores, pode se beneficiar em colocar as fotos da família na rede, de modo a que ambas as máquinas possam acessá-las com facilidade, sem precisar que para isso dupliquem as fotos. O mesmo para músicas e vídeos. Alguns modelos permitem que sejam servidos arquivos de mídia diretamente (media streaming) para consoles de videogames mais modernos (PS3, XBOX 360 e Wii) e outros PCs da rede.

Alguns NAS podem conter slots para mais de um HD. Dessa forma, é possível aumentar a capacidade global de armazenamento acrescentando mais HDs ou os substituindo por modelos de maior capacidade.
Qualquer que seja o modelo do NAS, este consome sempre menos energia do que um computador completo consumiria para servir arquivos na rede.

Uma coisa importante que é preciso ter em mente é que o acesso aos dados de um NAS é sempre mais lento que os em um HD interno (e que de um DAS também). Portanto, não indico NAS para que quiser trabalhar em arquivos pesados diretamente na rede (ex: edição de vídeo ou imagens). Nesse caso, há soluções mais apropriadas (e caras).

Abaixo, um pequeno comparativo de quatro modelos de NAS que encontramos no mercado:

NAS Fabricante Vantagem Desvantagem Preço
DNS-343 D-Link Design Lançamento muito recente, ainda não foi avaliado USD 509 (sem HDs)
Media streaming
Painel em OLED para mostrar funções
Preço
Servidor de impressora
Software de Bakup incluso
Tamanho
Drobo + Drobo Share Data Robotics 2 x Firewire 800 + 1 USB 2.0 Sem media streaming USD 700 (sem HDs)
Alertas programados por email Preço
Comunidade de desenvolvedores (significa que programas acessórios virão em breve)
Configuração simples e fácil para leigos
Design
Tamanho
Ethernet Disk RAID LaCie 2 portas Gigabit Ethernet Sem software de backup USD 849 (com 1 TB)
Tamanho
Design
Configuração complexa
ReadyNAS NetGear 3 portas USB 2.0 Configuração complexa USD 1000 (sem HDs)
Alertas programados por email Tamanho
Inclui gerenciador de backup Preço
Media streaming Design
Servidor de impressora

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Ipod/iPhone: Solução para Problema com Sync de Fotos

Posted by Gustavo Guida Reis on 1st July 2008

Por várias vezes, ao tentar sincronizar minhas fotos do PC para o iPhone, me deparei com um erro chato no iTunes:

The XXX iPhone cannot be synced. The required file cannot be found.

Isso me enervava! Para tentar resolver, apagava todas as fotos, depois apagava o iPod Photo Cache e tentava outra vez. Normalmente conseguia. Não sabia qual era o problema exatamente, mas dava um jeito.

Acontece que a quantidade defotos a serem sincronizadas foi aumentando (sincronizo todas de 2008 e já são mais de 2 mil…). Por isso o processo de zerar tudo, refazer o cache e re-sincronizar começou a demorar muito. E o pior, não funcionava de primeira. Tinha que tentar várias vezes.

Até que ontem, não conseguia de jeito nenhum sincronizar minhas fotos. Deletei o cache umas 5 vezes e não sincronizava por nada. Pesquisei na internet e não achei nenhuma solução definitiva, nem na própria Apple e comecei a me perguntar se o fabricante não resolvia o problema de propósito, para ter mais um argumento para roubar consumidores de PCs para o Mac…

Mas não desisti e cheguei a uma solução inédita! Como suspeitava, o probelma reside no Photo Cache. Por alguma razão, este não é feito de forma correta em determinados arquivos. O que temos que fazer é corrigi-lo. Mas em vez de zerá-lo para refazê-lo por completo, o que traz muitas chances de novos erros (ainda mais quando se tem muitas fotos), temos que consertar apenas a parte que deu problema. Para isso siga os passos:

  1. Abra o seu iPod/iPhone no iTunes e escolha as pastas a serem sincronizadas (Select folders).
  2. Desmarque todas e clique no botão “Apply” na direita em baixo.
  3. Marque as 5 primeiras pastas e clique em Apply novamente – veja se dá erro novamente.
  4. Se não der, siga adiante marcando de 5 em 5 pastas e clicando em Apply em seguida.
  5. Caso dê o erro, desmarque as 5 pastas que acabou de marcar e clique em Apply. Volte a marcar as pastas mas dessa vez de uma em uma (sempre dando Apply em seguida). Assim você isolará as pastas com problemas no Cache.
  6. Faça isso até ter mapeado todas as pastas com cache defeituoso.
  7. Abra a primeira pasta defeituosa no Internet Explorer e recorte os arquivos e cole numa pasta temporária.
  8. Volte ao iTunes e Clique em Sync. Isso forçara que o cache seja refeito sem as imagens que deram problema.
  9. Volte com as imagens para a pasta origina das fotos.
  10. Marque novamente no iTunes a pasta e sincronize.
  11. Se o cache não for refeito a contento, recorte as fotos as cole de volta aos poucos.
  12. Repita os passos 7 ao 11 até que todas suas pastas sejam cacheadas.
  13. Marque All photos e a partir daí sempre que novas fotos forem acrescentadas serão sincronizadas.

Obs: Procure sincronizar com frequência para que, caso erros apareçam, sejam rapidamente isolados e resolvidos.

Obs 2: Estes passo foram aplicados nas seguintes configurações: PC rodando Windows Vista, iTunes 7 e; iPhone 8Gb.

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Celulares: O que o futuro nos reserva?

Posted by Gustavo Guida Reis on 26th June 2008

Cada dia que passa a convergência tecnológica é mais e mais observada nos celulares. De dois anos para cá, começaram a aparecer aparelhos que de fato acrescentam multimídia e ferramentas de trabalho às funções usuais dos celulares (voz e mensagens). Veja o célebre iPhone, os modelos série N da Nokia, fortes em multimídia; no campo de aplicações de negócios temos os Blackberries da RIM e os série E da Nokia como expoentes. Correndo por fora, como sempre os coreanos, que seguem com muita competência a concorrência (em termos tecnológicos, pois em vendas estão entre os primeiros).

O mercado de celulares cresce anualmente. Aumentou quase 14% no primeiro trimestre de 2008, sobretudo pelo incremento de demanda dos países emergentes. De fato, no Brasil já há quase quatro vezes mais celulares do que linhas fixas. Hoje a Nokia domina o mercado de celulares (veja gráficos I e II). Samsung já ocupa o segundo lugar, ultrapassando a Motorola (que continua sua decadência) [leia aqui em inglês sobre boato no qual a empresa americana apostará todas as suas fichas num novo modelo]. Os coreanos também estão em 4º. Lugar com a LG. Em quinto está a Sony-Ericsson, que, à exemplo da Motorola, já dominou o mercado.

A Nokia permanece forte nos smartphones, ainda que sua receita seja concentrada nos telefones mais baratos. A RIM ainda não enfrenta concorrência do iPhone nos EUA e ainda cresceu forte no primeiro trimestre de 2008 (gráfico III). Entretanto, o futuro é sombrio para a fabricante do Blackberry (BB), uma vez que a Apple entrará no mercado corporativo ao lançar a versão 2.0 do software para o iPhone, com suporte a push email e sincronização de agenda e contatos – o grande diferencial do sistema do BB até hoje. A RIM tem que se mexer, pois está sanduichada por duas empresas que já entenderam que o consumidor quer convergência e, portanto, deseja aparelhos que o satisfaçam não só no trabalho como no lazer. O consumidor quer levar apenas um aparelho, onde além de se comunicar por voz e texto (SMS, email, chat), fotografa, filma, ouve música,se localiza (GPS) e acessa a internet. É a máxima do Senhor dos Anéis “One ring to rule them all” – One gadget to rule them all.

O cenário que se traça é de extrema competição. Nokia recentemente comprou o restante da Symbian e prepara sua versão “código-aberto” via Symbian Foundation. O Google organiza sua plataforma aberta, Android. A Apple lançou seu seu iPhone OS 2.0 e o SDK (software development kit) dando diretrizes para que sejam desenvolvidos software – não os hackeados que você instala no seu iPhone jailbroken! – e que serão comercializados na sua loja estilo iTunes. A Microsoft permanece atualizando seu Windows Mobile e mantêm parcerias com grandes fabricantes como Samsung, LG e HTC. A RIM trabalha forte licenciando seu software para servidores, incrementando a base de compatibilidade com o Blackberry.

Qual das estratégias será a vencedora: A Nokia manterá a hegemonia, a Apple seguirá na sua curva ascendente e o Google terá sucesso com o Android? Ainda é cedo para previsões, mas como sou abusado, vou fazer umas sobre o mercado dos smartphones. Preferi pensar no embate entre os sistemas operacionais. Symbian (Nokia) x iPhone OS (Apple) x Android (Google) x Windows Mobile (Microsoft) x Blackberry OS (RIM). Em cinco anos, o mercado estará da seguinte maneira (em ordem):

  1. Symbian, ainda que com bem menos market share que hoje – basicamente só a Nokia venderá celulares com Symbian.
  2. Android – se beneficiando da enormidade de aplicativos e celulares compatíveis.
  3. Windows Mobile – pegando carona na integração com a (ainda) grande base de PCs com Windows.
  4. iPhones – mestres em usabilidade, os celulares da Apple sofrerão com política de restrições ao desenvolvimento de novos aplicativos. Só so Mac fanáticos terão, ainda que sua base este em franca expansão em notebooks e desktops.
  5. Blackberry OS – focaram no público corporativo e perderam mercado por não entenderem que seu cliente também demanda aplicativos “de lazer”.

O final de 2008 nos dará subsídios para atualizar as previsões, pois já teremos em campo todos os players. A Apple terá lançado seu novo iPhone 3G, o SDK e a nova versão do seu OS; e os Android estarão no mercado, depois do atraso no lançamento. Volto a falar do assunto em breve.

Fonte dos gráficos: Gartner Group [celulares e smartphones]

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iPhone 3G

Posted by Gustavo Guida Reis on 12th June 2008

Aos poucos estou me tornando fã da Apple (comprei ações deles e tudo). Não sou seguidor do Jobs, mas reconheço que há enorme mérito dele em focar a empresa na usabilidade e design. Eles não criaram nada em si, mas recriaram os gadges de modo a torná-los gostosos de ver e usar.

Com o Jesus-phone não poderia ser diferente. Sempre fui do partido dos Nokia. Tive vários e meu último foi o excelente E61i que tem wi-fi, teclado qwerty, câmera de 2MP etc. O iPhone tem basicamente o mesmo, mas é bom de usar. Seu browser é muito superior ao da Nokia, sua simbiose com o iPod dá um banho em qualquer celular com MP3. Mas o principal é que é bom de usar (sendo repetitivo de propósito), é intuitivo. Sua interface é o que há.

E o iPhone 3G do título do artigo? Me decepcionei um pouco porque o iPhone 3G não trouxe todos os melhoramentos que esperávamos: basicamente câmera melhor com flash, câmera na frente para video conferência, uso total do protocolo bluetooth  Além disso, piorou a qualidade do materia usado, tirando o alumínio do fundo e usando agora plástico. E, como fez com o iPod, tirou da caixa a base (será que a próxima versão vem sem o transformador de tomada com meu iPod de 80Gb?). Como novidades, há a rede 3G (óbvio), um GPS interno e a promessa de duração maior ds bateria.

Mas é mérito do Jobs lançar um aparelho tão parecido com o anterior, colocando um preço à vista barato o que atenderá uma demanda enorme. Quem não sabe fazer conta vai achar que está de graça, esquecendo que terá que assinar com a AT&T um plano de US$40 por 2 anos… A Apple vai amortizar o custo de desenvolvimento do iPhone, vendendo mais umas 10 milhões de unidades do 3G (já vendeu 6 milhões desse).

Ano que vem, minha previsão é que teremos uma versão realmente superior à primeira. Com mais novidades. E também acho que o futuro é criarem uma gama de iPhones. Esse seria o Classic, haveria o Nano (menorzinho e mais barato) e um maior (com teclado físico e voltado ao mundo corporativo).

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